segunda-feira, 25 de maio de 2009

VOTEM !!! ESTA VITORIA NÃO SERA MINHA , SERÁ DE TODOS !!!

OBRIGADA A TODOS , ESSA INDICAÇÃO EU DEDICO A TODOS NÓS !! OBRIGADA MESMO ....






sábado, 16 de maio de 2009

Abuso Sexual Infantil




ABUSO SEXUAL INFANTIL

Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.

O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.

Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.

Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno. A Criança Abusada

Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da atividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exatamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.

A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.

Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.

A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiaça em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.

Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmônicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos.

Comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com freqüência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.

Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.

O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:

1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;

2.Problemas com o sono ou pesadelos;

3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;

4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;

5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;

6.Negar-se a ir à escola,

7.Rebeldia e Delinqüência;

8.Agressividade excessiva;

9.Comportamento suicida;

10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;

11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;

12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;

13. Temor irracional diante do exame físico;

14. Mudanças súbitas de conduta.

Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.

Quem é o Agressor Sexual

Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de atos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.

Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.

Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais freqüentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.

Esses casos começam lentamente através de sedução sutil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis.

A Família da Criança Abusada Sexualmente

A primeira reação da família diante da notícia de abuso sexual pode ser de incredulidade. Como pode ser comum crianças inventarem histórias, de fato elas podem informar relações sexuais imaginárias com adultos, mas isso não é a regra. De modo geral, mesmo que o suposto abusador seja alguém em quem se vinha confiando, em tese a denúncia da criança deve ser considerada.

Em geral, aqueles que abusam sexualmente de crianças podem fazer com que suas vítimas fiquem extremamente amedrontadas de revelar suas ações, incutindo nelas uma série de pensamentos torturantes, tais como a culpa, o medo de ser recriminada, de ser punida, etc. Por isso, se a criança diz ter sido molestada sexualmente, os pais devem fazê-la sentir que o que passou não foi sua culpa, devem buscar ajuda médica e levar a criança para um exame com o psiquiatra.

Os psiquiatras da infância e adolescência podem ajudar crianças abusadas a recuperar sua auto-estima, a lidar melhor com seus eventuais sentimentos de culpa sobre o abuso e a começar o processo de superação do trauma. O abuso sexual em crianças é um fato real em nossa sociedade e é mais comum do que muita gente pensa. Alguns trabalhos afirmam que pelo menos uma a cada cinco mulheres adultas e um a cada 10 homens adultos se lembra de abusos sexuais durante a infância.

O tratamento adequado pode reduzir o risco da criança desenvolver sérios problemas no futuro, mas a prevenção ainda continua sendo a melhor atitude. Algumas medidas preventivas que os pais podem tomar, fazendo com que essas regras de conduta soem tão naturais quanto as orientações para atravessar uma rua, afastar-se de animais ferozes, evitar acidentes, etc. Se considerar que a criança ainda não tem idade para compreender com adequação a questão sexual, simplesmente explique que algumas pessoas podem tentar tocar as partes íntimas (apelidadas carinhosamente de acordo com cada família), de forma que se sintam incomodadas.

1.Dizer às crianças que "se alguém tentar tocar-lhes o corpo e fazer coisas que a façam sentir desconfortável, afaste-se da pessoa e conte em seguida o que aconteceu."

2.Ensinar às crianças que o respeito aos maiores não quer dizer que têm que obedecer cegamente aos adultos e às figuras de autoridade. Por exemplo, dizer que não têm que fazer tudo o que os professores, médicos ou outros cuidadores mandarem fazer, enfatizando a rejeição daquilo que não as façam sentir-se bem.

3.Ensinar a criança a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos.

4.Advertir as crianças para nunca aceitarem convites de quem não conhecem.

5.A atenta supervisão da criança é a melhor proteção contra o abuso sexual pois, muito possivelmente, ela não separa as situações de perigo à sua segurança sexual.

6.Na grande maioria dos casos os agressores são pessoas conhecem bem a criança e a família, podem ser pessoas às quais as crianças foram confiadas.

7.Embora seja difícil proteger as crianças do abuso sexual de membros da família ou amigos íntimos, a vigilância das muitas situações potencialmente perigosas é uma atitude fundamental.

8.Estar sempre ciente de onde está a criança e o que está fazendo.

9.Pedir a outros adultos responsáveis que ajudem a vigiar as crianças quando os pais não puderem cuidar disso intensivamente.

10.Se não for possível uma supervisão intensiva de adultos, pedir às crianças que fiquem o maior tempo possível junto de outras crianças, explicando as vantagens do companheirismo.

11.Conhecer os amigos das crianças, especialmente aqueles que são mais velhos que a criança.

12.Ensinar a criança a zelar de sua própria segurança.

13.Orientar sempre as crianças sobre opções do que fazer caso percebam más intenções de pessoas pouco conhecidas ou mesmo íntimas.

14.Orientar sempre as crianças para buscarem ajuda com outro adulto quando se sentirem incomodadas.

15.Explicar as opções de chamar atenção sem se envergonhar, gritar e correr em situações de perigo.

16.Orientar as crianças que elas não devem estar sempre de acordo com iniciativas para manter contacto físico estreito e desconfortável, mesmo que sejam por parte de parentes próximos e amigos.

17.Valorizar positivamente as partes íntimas do corpo da criança, de forma que o contacto nessas partes chame sua atenção para o fato de algo incomum e estranho estar acontecendo.




Seqüelas


Felizmente, os danos físicos permanentes como conseqüência do abuso sexual são muito raros. A recuperação emocional dependerá, em grande parte, da resposta familiar ao incidente (Embarazada.Com). As reações das crianças ao abuso sexual diferem com a idade e com a personalidade de cada uma, bem como com a natureza da agressão sofrida. Um fato curioso é que, algumas (raras) vezes, as crianças não são tão perturbadas por situações que parecem muito sérias para seus pais.

O período de readaptação depois do abuso pode ser difícil para os pais e para a criança. Muitos jovens abusados continuam atemorizados e perturbados por várias semanas, podendo ter dificuldades para comer e dormir, sentindo ansiedade e evitando voltar à escola.

As principais seqüelas do abuso sexual são de ordem psíquica, sendo um relevante fator na história da vida emocional de homens e mulheres com problemas conjugais, psicossociais e transtornos psiquiátricos.

Antecedentes de abuso sexual na infância estão fortemente relacionados a comportamento sexual inapropriado para idade e nível de desenvolvimento, quando comparado com a média das crianças e adolescentes da mesma faixa etária e do mesmo meio sócio-cultural sem história de abuso.

Em nível de traços no desenvolvimento da personalidade, o abuso sexual infantil pode estar relacionado a futuros sentimentos de traição, desconfiança, hostilidade e dificuldades nos relacionamentos, sensação de vergonha, culpa e auto-desvalorização, à baixa autoestima à distorção da imagem corporal, Transtorno Borderline de Personalidade e Transtorno de Conduta.

Em relação a quadros psiquiátricos francos, o abuso sexual infantil se relaciona com o Transtorno do Estresse Pós-traumático, com a depressão, disfunções sexuais (aversão a sexo), quadros dissociativos ou conversivos (histéricos), dificuldade de aprendizagem, transtornos do sono (insônia, medo de dormir), da alimentação, como por exemplo, obesidade, anorexia e bulimia, ansiedade e fobias.

Leia também:

Como denunciar casos de violência sexual

FONTE: http://www.virtualpsy.org/infantil/abuso.html


Que fazer

Uma falsa crença é esperar que a criança abusada avise sempre sobre o que está acontecendo. Entretanto, na grande maioria das vezes, as vítimas de abuso são convencidas pelo abusador de que não devem dizer nada a ninguém. A primeira intenção da criança é, de fato, avisar a alguém sobre seu drama mas, em geral, nem sempre ela consegue fazer isso com facilidade, apresentando um discurso confuso e incompleto. Por isso os pais precisam estar conscientes de que as mudanças na conduta, no humor e nas atitudes da criança podem indicar que ela é vítima de abuso sexual.

Muitos pais se sentem totalmente despreparados e pegos de surpresa quando sua criança é abusada, mas sempre devemos ter em mente que as reações emocionais da família serão muito importante na recuperação da criança.

Quando uma criança confia a um adulto que sofreu abuso sexual, o adulto pode sentir-se muito incomodado e não saber o que dizer ou fazer. Vejamos algumas sugestões (American Academy of Child and Adolescent Psychiatry):

1.Incentivar a criança a falar livremente o que se passou, sem externar comentários de juízo.

2.Demonstrar que estamos compreendendo a angústia da criança e levando muito a sério o que esta dizendo. As crianças e adolescentes que encontram quem os escuta com atenção e compreensão, reagem melhor do que aquelas que não encontram esse tipo de apoio.

3.Assegurar à criança que fez muito bem em contar o ocorrido pois, se ela tiver uma relação muito próxima com quem a abusa, normalmente se sentirá culpada por revelar o segredo ou com muito medo de que sua família a castigue por divulgar o fato.

4.Dizer enfaticamente à criança que ela não tem culpa pelo abuso sexual. A maioria das crianças vítimas de abuso pensa que elas foram a causa do ocorrido ou podem imaginar que isso é um castigo por alguma coisa má que tenham feito.

Finalmente, oferecer proteção à criança, e prometer que fará de imediato tudo o que for necessário para que o abuso termine.

No momento em que esse incidente vem à tona, devemos considerar que o bem estar da criança é a prioridade. Se os familiares estão emocionalmente muito perturbados nesse momento, o assunto deve ser interrompido para que as emoções e idéias possam ser mais bem organizadas. Depois disso, deve-se voltar a tratar do assunto com a criança, explicando sempre que as emoções negativas são dirigidas ao agressor e nunca contra a criança.

Não devemos apressar insensivelmente a criança para relatar tudo de uma só vez, principalmente se ela estiver muito emocionada. Mas, por outro lado, devemos encorajá-la a falar com liberdade tudo o que tenha acontecido, escutando-a carinhosamente para que se sinta confiante. Responda a qualquer pergunta que a esteja angustiando e esclareça qualquer mal entendido, enfatizando sempre que é o abusador e não a criança o responsável por tudo.

Se o abusador é um familiar a situação é bastante difícil para a criança e para demais membros da família. Embora possam existir fortes conflitos e sentimentos sobre o abusador, a proteção da criança deve continuar sendo a prioridade. Abaixo, algumas condutas que devem ser pensadas nos casos de violência sexual contra crianças.

1. Informe as autoridades qualquer suspeita séria de abuso sexual.

2.Consultar imediatamente um pediatra ou médico de família para atestar a veracidade da agressão (quando houver sido concretizada). O exame médico pode avaliar as condições físicas e emocionais da criança e indicar um tratamento adequado.

3.A criança abusada sexualmente deve submeter-se a uma avaliação psiquiátrica por ou outro profissional de saúde mental qualificado, para determinar os efeitos emocionais da agressão sexual, bem como avaliar a necessidade de ajuda profissional para superar o trauma do abuso.

4. Ainda que a maior parte das acusações de abuso sejam verdadeiras, pode haver falsas acusações em casos de disputas sobre a custódia infantil ou em outras situações familiares complicadas.

5. Quando a criança tem que testemunhar sobre a identidade de seu agressor, deve-se preferir métodos indiretos e especiais sempre que possível, tais como o uso de vídeo, afastamento de expectadores dispensáveis ou qualquer outra opção de não ter que encarar o acusado.

6.Quando a criança faz uma confidência a alguém sobre abuso sexual, é importante dar-lhe apoio e carinho; este é o primeiro passo para ajudar no restabelecimento de sua autoconfiança, na confiança nos outros adultos e na melhoria de sua auto-estima.

7.Normalmente, devido ao grande incômodo emocional que os pais experimentam quando ficam sabendo do abuso sexual em seus filhos, estes podem pensar, erroneamente, que a raiva é contra eles. Por isso, deve ficar muito claro que a raiva manifestada não é contra a criança abusada.

Seqüelas

Felizmente, os danos físicos permanentes como conseqüência do abuso sexual são muito raros. A recuperação emocional dependerá, em grande parte, da resposta familiar ao incidente (Embarazada.Com). As reações das crianças ao abuso sexual diferem com a idade e com a personalidade de cada uma, bem como com a natureza da agressão sofrida. Um fato curioso é que, algumas (raras) vezes, as crianças não são tão perturbadas por situações que parecem muito sérias para seus pais.

O período de readaptação depois do abuso pode ser difícil para os pais e para a criança. Muitos jovens abusados continuam atemorizados e perturbados por várias semanas, podendo ter dificuldades para comer e dormir, sentindo ansiedade e evitando voltar à escola.

As principais seqüelas do abuso sexual são de ordem psíquica, sendo um relevante fator na história da vida emocional de homens e mulheres com problemas conjugais, psicossociais e transtornos psiquiátricos.

Antecedentes de abuso sexual na infância estão fortemente relacionados a comportamento sexual inapropriado para idade e nível de desenvolvimento, quando comparado com a média das crianças e adolescentes da mesma faixa etária e do mesmo meio sócio-cultural sem história de abuso.

Em nível de traços no desenvolvimento da personalidade, o abuso sexual infantil pode estar relacionado a futuros sentimentos de traição, desconfiança, hostilidade e dificuldades nos relacionamentos, sensação de vergonha, culpa e auto-desvalorização, à baixa autoestima à distorção da imagem corporal, Transtorno Borderline de Personalidade e Transtorno de Conduta.

Em relação a quadros psiquiátricos francos, o abuso sexual infantil se relaciona com o Transtorno do Estresse Pós-traumático, com a depressão, disfunções sexuais (aversão a sexo), quadros dissociativos ou conversivos (histéricos), dificuldade de aprendizagem, transtornos do sono (insônia, medo de dormir), da alimentação, como por exemplo, obesidade, anorexia e bulimia, ansiedade e fobias.



Para referir:
Ballone GJ - Abuso Sexual Infantil, in. PsiqWeb, Internet, disponível em 2003

sexta-feira, 13 de março de 2009

O que está acontecendo no mundo !!!!

Bem eu começo a minha escrita com a seguinte frese de Monteiro Lobato, o pai que todas as crianças deveriam ter , "Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar."



Nesta minha ultima postagem sobre violência na infância eu coloquei algumas matérias que me chocaram muito, se eu fosse colocar todas não teríamos tempo para ler, uma mas violenta e mas inacreditável do que a outra, eu acho que já chega o tempo em que nós membros desta sociedade, deveríamos parar e reflectir sobre o que queremos para o futuro de nossas crianças, por favor, as religiões, as mães, os pais, os tios, os irmãos, as forças governamentais, as ONG, a mídia; Todos nós temos o poder de levar a informação seja em grande, média ou pequena quantidade, mas o importante é que nos devemos informar as pessoas que estão próximas de nós, mostrar como a nossa sociedade esta doente, e como nos devemos prestar mas atenção no que acontece a nossa volta, ao invés de olhar somente para o nosso umbigo.


O aumento nos casos de pedofilia, espancamento, abandono, chantagem, maus tratos entre outras atrocidades contra nossas crianças é um absurdo, devemos parar e tentar mudar alguma coisa, porque fomos nós que começamos, experimente entrar no google e escrever a seguinte frase " crianças violentadas", o resultado que você ira obter é o assustador de , 68.300 resultados para crianças violentadas (0,37 segundos) .....


"O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade." (Karl Mannheim)



BARBARIDADE: Mãe acredita que marido estuprou e matou a própria filha!!!!!


Hildeth Evangelista informou que o suspeito pelo assassinato é realmente o padrasto

A mãe da Alissandra Marques Menezes, 10 anos, Alexandra Marques disse acreditar que seu marido Luis Carlos, o Carlinhos de 30 anos, foi o autor do estupro e da morte da criança. Ela disse que trabalha na SDU - Norte e o marido a levou para o trabalho e depois voltou para casa na rua Antonio Monteiro, no Parque Alvorada.

Segundo ela, a filha era uma ótima aluna e só lhe trazia orgulho. Ela falou que sua sobrinha Melissa Marques vai todo dia para sua casa para olhar e cuidar de Alissandra Marques, mas quando chegou às 8 horas, já encontrou a menina morta.
Suspeito estuprava a menor há mais de um ano, diz a polícia
“Não existe pior dor”, declarou Alexandra Marques ao comentar a morte da filha. Ela chegou a desmaiar duas vezes e cair no chão quando o corpo de Alissandra foi levado pelo IML – Instituto de Medicina Legal. A delegada geral, Hildeth Evangelista informou que o suspeito pelo assassinato é realmente o padrasto.
A reportagem teve acesso ao quarto da criança e observou que o colchão e o lençol da cama de Alissandra têm muito sangue. Na parede de seu quarto tem uma foto ao lado da imagem da Branca da Neve.
A pobre família informou que o assassino, depois do estupro escondeu o corpo debaixo da cama onde também ficou muito sangue. Cerca de 200 pessoas ficaram por fora do cordão de isolamento que a polícia colocou ao redor da casa.
A família fez questão de divulgar uma foto onde o padrasto aparece em um aniversario no qual aparece também Alissandra.
Familia passa mal e tem crise de choro por causa do estupro e morte de criança .
A dona de casa Conceição Marques, avó da menina Alissandra Marques, de 10 anos, que foi estuprada e morta em sua casa na rua Monteiro Lobato, no bairro Parque Alvorada, zona norte da capital, no qual o padrasto é o principal suspeito, chegou a cair no chão e passou mal quando soube do crime. Ela caiu no chão chorando muito.
A criança chegou a se esconder debaixo da cama antes de ser estuprada.
Rompimento do hímen de criança morta não era recente e pode ter sido assassinada por ameaçar contar abuso sexual
A delegada-geral da Polícia Civil, Hildeth Evangelista, informou que o laudo do exame cadavérico da menina Alissandra Marques Mendes (foto), de dez anos, morta e estuprada na manhã desta segunda-feira, dia 21, apontou que o rompimento do hímen da garota era antigo, o que pode indicar que era forçada a manter relações sexuais anteriormente com seu padastro, Luiz Carlos, o Carlinhos, o principal suspeito do crime.
Ela falou que a Polícia Civil trabalha com a hipótese de Carlinhos ter assassinado com duas facadas no pescoço a criança porque Alissandra Marques, que tinha corpo de uma menina de 14, 15 anos, poderia está namorando um garoto ou ter ameaçado contar os abusos sexuais sofridos para a mãe, parentes ou vizinhos.

Em 1 ano, 800 crianças estupradas !!! Aonde e quando vamos parar ????

Os abusos sexuais lideram o ranking de agressões contra crianças e adolescentes, segundo levantamento do Ministério da Saúde com base em registros de atendimento em hospitais públicos de 27 municípios do País. No ano passado, dos 4.309 menores de 18 anos com sinais de maus-tratos - média de 12 pacientes por dia -, a proporção de estupro foi de 43,7% dos casos na faixa etária entre até 9 anos e chegou a 56,3% dos meninos e meninas com mais de 10 anos. São mais 800 crianças vítimas de estupro. Em São Paulo, participaram da pesquisa as cidades de Diadema, Guarulhos, Santo André, Jundiaí e São José do Rio Preto.
Na capital, o Hospital Infantil Candido Fontoura enfrenta aumento expressivo de atendimentos de crianças e adolescentes violentados. No ano passado, houve 49 registros. De janeiro a abril deste ano, o número de vítimas de violência sexual chegou a 38 - 77,5% do total de 2007.
A Secretaria Estadual da Saúde, responsável pela unidade hospitalar, criou uma comissão para identificar as crianças com sinais de maus-tratos e denunciar os casos aos conselhos tutelares, polícia e Juizados da Infância. “É uma maneira de quebrar o muro do silêncio, uma vez que a maior parte das crianças é agredida pelos pais”, diz Fernando Dominguez Gonzalez, diretor-clínico do Cândido Fontoura e presidente da nova comissão.
No levantamento do ministério, ficou comprovado que os agressores são íntimos, como pais, padrastos, tios e irmãos. As meninas são as principais vítimas - 59,4% dos registros. No Hospital Estadual Pérola Byington, de São Paulo, o número de abusados é maior - cinco casos por semana. Segundo os diretores, em 90% dos casos os agressores são conhecidos das crianças.
(O Estado de S.Paulo)

Já que o assunto é comunhão com DEUS ....


É como eu sempre digo: posso viver centenas de anos e jamais deixarei de me espantar com as atitudes dos seres humanos e das instituições por eles criadas. O caso da menina de nove ano grávida de gêmeos após ter sido estuprada por seu padrasto e a posição retórica, anti-cristã, caduca e insensata do Bispo de Recife e Olinda, Dom José Cardoso Sobrinho, é um dos mais recentes exemplos disto.Poderiamos começar falando da questão legal da situação.A legislação brasileira permite o aborto em algumas situações extraordinárias, dentre elas ser a gravidez fruto de violência sexual ou quando coloca em risco a vida da gestante. No caso da menina, houve a ocorrência das duas hipóteses: foi estuprada e seu corpo não resistiria a gravidez de gêmeos o que a levaria, com quase absoluta certeza, ao óbito durante o parto.Como vivemos em um Estado laico, ou seja, separado da qualquer tipo de Igreja, com um ordenamento jurídico próprio, não baseado no Direito Canônico da Igreja Romana (Graças aos Céus), a legalidade da interrupção da gravidez, dos pontos de vistas ético, legal, moral e social, é indiscutível.Não seria razoável exigir não somente desta criança, mas também da sua mãe e demais familiares, colocar em risco a própria vida depois de toda a violência que passou aumentando, assim, o sofrimento de seus entes queridos.Por outro lado, a Igreja Católica, representada pelo Bispo de Recife e Olinda, dá uma demonstração de falta de humanidade, bom senso e, porque não dizer, espírito cristão ao excomungar a mãe da menina e a equipe médica que realizou o procedimento, repito, dentro de todas as normas éticas e legais que vigoram neste país.Particularmente, não vejo a excomunhão (assim como a canonização) como nada mais do que um delírio megalômano de um homem e de uma institução que se dizem representantes de Deus na Terra.Da mesma forma que um decreto papal não coloca ninguém, em termos fatídicos, como um santo, muito menos tirará quem quer que seja da presença e da comunhão com Deus. Portanto, dois (dos muitos) atos que a Igreja Católica leva a termo e, na prática, não tem o menor resultado pratico, exceto o desperdício de papel e tinta.Mas se em termos práticos a excomunhão não atinge seu objetivo (tirar a pessoa da comunhão com Deus), em termos sociais, ainda mais na região nordeste do Brasil, a coisa é muito mais séria e complicada.Como se não bastassem a humilhação e o sofrimento pelo qual passam a criança e seus familiares, em uma sociedade extremamente religiosa como a nordestina, terão agora de carregar o estigma de serem, as "excomungadas". Quem conhece a religiosidade no interior do nordeste sabe bem o peso disto.Há de ser questionar também se a Igreja Católica e o Bispo de Recife e Olinda, no caso da família haver decidido levar a gravidez adiante mesmo com todos os riscos que apresentava, iriam dar todo o suporte financeiro para que as crianças e a jovem mãe (na improvável hipótese de sobreviver ao parto) tivessem uma vida digna.De certo que a Cúria Metropolitana se responsabilizaria por alimentar, educar, prover moradia, saúde e todo o tipo de assistência àquela família. Quem sabe o Bispo cederia a própria residência episcopal para acolhê-los, não é mesmo?É claro que nada disto aconteceria.O "Poder Escarlate" depois de "vencer" a luta pela manutenção da gravidez da menina, simplesmente abandonaria mãe e filhos à própria sorte, não dando o mínimo de atenção ou apoio material à eles.Muito mais do que uma questão religiosa, o posicionamento arcaico, retrógado, estúpido da Igreja Católica nada mais foi do que uma tentativa de demonstrar poder sobre a vida dos outros e impor sua visão sobre coisas que não lhes dizem respeito.O mais interessante nesta história toda é que o estuprador não foi excomungado.O sujeito pratica um crime bárbaro, hediondo como este e a Igreja não considera isto sério o suficiente para tomar a atitude extrema de "tirá-lo da comunhão com Deus". Isto me lembra a infeliz frase do então Governador de São Paulo, à época, Paulo Maluf: "estupra, mas não mata".Diante da falta de "punição" oficial da Igreja ao estuprador, entendo que o Bispo deva ser partidário deste pensamento, já que os que "mataram" foram excomungados pela Igreja mas o que estuprou não. Aliás, a tradicional falta de punição para padres e bispos pedófilos por parte do Vaticano, combinado com este fato, nos leva a crer que estão protegendo a classe e "legislando" em causa própria.Afinal de contas se o Papa excomungasse todo religioso católico envolvido em pedofilia e estupro, iria haver um déficit imenso de auxiliares.A igreja católica nos EUA que o diga.
Aqui eu vou colocar o link de um site que está passando um abaixo assinado em forma de manifesto: http://www.abaixoassinado.org/webroot/abaixoassinados/3973

sábado, 3 de janeiro de 2009

GUERRA NO ORIENTE MEDIO , AONDE E COMO COMEÇOU!!!


A Guerra no Oriente Médio começou justamente pelo fato de, no final da II Guerra Mundial, os judeus que estavam espalhados na Europa, e estavam horrorizados com o Holocausto que matou mais de 6 milhões de pessoas da religião deles, ainda não tinham nenhum país ou nenhuma cidade, ou área, para que eles possam se organizar e controlar a própria comunidade judaica. Os judeus estavam muitíssimo espalhados pelo mundo, principalmente em vários países da Europa, sendo que, nesse continente, a religião judaica não queria mais se "propagar" lá, nem mais "habitar" lá, por medo dos nazistas e do Holocausto- um dos maiores massacres da história da Humanidade, com o genocídio de mais de 6 milhões de judeus.A ONU (Organização das Nações Unidas), que foi recém criada após a II Guerra Mundial com o objetivo de reunir os países para deter novas guerras pelo mundo, e incentivar a paz e o progresso de todos os países do mundo, teve "uma idéia": reunir todos os judeus espalhados no mundo, para fazer com que eles construam o próprio país deles. Acontece que, o lugar que a ONU escolheu foi justamente no Oriente Médio, onde estão os estados árabes. A ONU resolveu mesmo assim instalar o país judeu no Oriente Médio, com o nome de Israel, para que todos os judeus pudessem organizar um "país somente de judeus". Acontece que, além de Israel ser instalado no território dos palestinos (os povos árabes que lá habitavam), Israel recebeu e ainda recebe ajuda dos Estados Unidos da América em receber armas militares. Israel, ao receber armas dos EUA(a principal potência política-econômica-social-mili tar-científica do planeta), tornou-se um país muito forte militarmente, e foi invadindo o território dos países árabes que estavam na região. Os árabes então,em troca, travam uma guerra com Israel, para recuperar a região perdida pelo país judeu, durante mais de 60 anos! Foi assim que começou a guerra ;)



SERA QUE ALGUM DIA ESSE POVO TÃO RICO EM CULTURA E HISTORIAS, VAO PERCEBER QUE ELES DEVERIAM CUIDAR DA TERRA DE JESUS E NÃO DESTRUIR ELA ????

DEUS OLHAI POR NOS !!!!!!!

domingo, 14 de dezembro de 2008







Tribo jovem ou tribo urbana é o nome dado a um grupo de pessoas com hábitos, valores culturais, estilos musicais e/ou ideologias políticas semelhantes. Algumas tribos são alternativas à ordem social baseada na organização familiar, outras são apenas nomes genéricos dados a determinados grupos de pessoas.Tribos jovens são mais comuns em grandes metrópoles, por esse motivo são chamadas de tribos urbanas.


Todos os movimentos de contracultura são tribos urbanas, porém, nem todas as tribos urbanas são movimentos de contracultura. Uma tribo jovem não é determinada por sua ideologia política, pois, nesse caso, o movimento hippie e o movimento punk seriam iguais. Apesar de ambos serem movimentos anarquistas, as atitudes dos hippies e dos punks são muito diferentes.


Na pré-história, os grupos humanóides se fortaleciam por interesses em comum e genomas em comum, e hoje isto se repete com um certo grau de relevância, o que é bastante interessante, visto que as subespécies humanas tendem a se aglomerar nas cidades e abandonar culturas instintivas - o que tem se provado falso na prática principalmente graças ao advento da internet. Existe um grande número de tribos jovens. Algumas das tribos jovens são:


Baladeiros* (DEFINIÇÃO DA PALAVRA BALADA:(ba.la.da sf. 1.Poema narrativo de tema lendário e caráter melancólico. 2. Peça musical para piano, cultivada pelos compositores românticos (Chopin, Listz, etc.). 3. Pop. Canção romântica, para dançar)

PALAVRAS DE UM BALADEIRO:
"Ahñ??? Alguém por acaso conhece estas definições para as melhores madrugadas da vida de um jovem? Piano? Canção romântica? Francamente, a coisa mais romântica que toca na balada é Shakira. Chopin? Bom, a coisa mais próxima é Methalicca... Hoje demos à palavra um novo sentido, que diga-se de passagem é bem mais interessante. A balada é uma etapa importante para a vida do jovem. Minha avó se não estivesse doente diria que estamos perversos: “Onde já se viu, essas meninas soltas pela rua, de madrugada, com sainhas curtinhas? E esses rapazes bebendo como mortos de sede no deserto?? Esse mundo está mesmo perdido...” Balada dá a esperteza que precisamos para estarmos mergulhados neste mundo às avessas. O que seria de nós sem os beijos noturnos, sem os abraços quentes, sem as músicas estourando os tímpanos? É na balada que descarregamos nossos cansaços, nossos desgostos, nossa falta de bom senso. Na madrugada fria nos aquecemos e na quente pegamos fogo. É o nosso momento mais jovem. Como o mundo está em constante transformação, estamos ganhando responsabilidades cada vez mais cedo, temos uma vida de pseudoadultos e não de jovens. Descontrair para nos tornarmos normais, para sermos jovens de fato.Você já parou para observar como um jovem que não vai às baladas é um ser a parte do mundo? Ele simplesmente não pode ser considerado normal, deve ouvir Nelson Ned e Angela Maria e ler Sabrina antes de dormir. É o tipo de gente que vê gnomos e morre de medo de bruxas. É um ser quase sempre excluído, o laranja da turma, o zé-tontão. E a primeira balada de alguém assim é uma perdição. Eles querem beber de tudo, dançar com todo mundo e catar qualquer coisa, só para acordar dizendo que beijou na boca. "

- BEM INFELIZMENTE É ASSIM QUE OS JOVENS "BALADEIROS" SE DESCREVEM, E SE DEFENDEM.
MAS A VERDADEIRA REALIDADE A RESPEITO DO DIA-A-DIA (OU NOITE-A-NOITE) DESSES JOVENS BEM DIFERENTES, MORTE NO TRANSITO POR EXCESSO DE VELOCIDADE, ALCOOLISMO, DROGAS, SEXO SEM PRESERVATIVO,, DEPREDAÇÃO DE PATRIMONIO PUBLICO, DESRESPEITO AS PESSOAS QUE NÃO FAZEM PARTE "DA GALERA", PORTE ILEGAL DE ARMAS, RACISMO, AGREÇÃO FISICA A PARTICIPANTES DE OUTRAS "TRIBOS" OU " GANGS", ENTRE OUTRAS...

ESSAS SÃO ALGUMAS DAS ATITUDES QUE NASCEM DESSE MOVIMENTO, QUE NA MAIORIA DAS VEZES NÃO É ESSE MAR DE ROSAS COMO DESCRITO AI EM CIMA POR ESSE PSEUDO "BALADEIRO", A MAIORIA DOS "BALADEIROS", SE ACHAM ACIMA DA JUSTIÇA, DA SOCIEDADE ; NÃO RESPEITAM REGRAS , NÃO SE RESPEITAM , SÃO NA MAIORIA DAS VEZES RAPAZES E MOÇAS COM IDADE ENTRE 18 E 30 ANOS , DE CLASSE MEDIA, Á CLASSE MEDIA ALTA , QUE FREQUENTAM LOUGES, BOITES, BARES, OU QUALQUER OUTRO LUGAR AONDE ESTEJA TOCANDO UM TUNT-TUNT...

AS CONSEQUENCIAS DESSE MOVIMENTO PARA SOCIEDADE SÃO CASOS COMO O DA EMPREGADA DOMESTICA SIRLEY DIAS DE CARVALHO QUE FOI AGREDIDA POR 4 RAPAZES DE CLASSE MEDIA , NA BARRA NA TIJUCA , RIO DE JANEIRO.


Emo (abreviação do inglês emotional) é um gênero de música derivado do Hardcore. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, DC que compunham num lirismo mais emotivo que o habitual. Existem várias versões que tentam explicar a origem do termo "emo", como a que um fã teria gritado "You´re emo!" (Você é emo!) para uma banda (os mitos variam bastante quanto a banda em questão, sendo provavelmente o Embrace ou o Rites of Spring). No entanto, a versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como o fanzine Maximum Rock n' Roll e a revista de skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de "hardcore emocional" que aparecia no meio dos anos 80, encabeçada por bandas da gravadora Dischord de Washington DC, como as já citadas Embrace e Rites of Spring, além de Gray Matter, Dag Nasty e Fire Party. Nesta época, outras bandas já estabelecidas de hardcore, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram à esta onda inicial do chamado "emocore", diminuindo o andamento, escrevendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do rock alternativo de então. É importante lembrar que nenhuma destas bandas jamais aceitou ou se auto-definiu através deste rótulo. A palavra "Emo" era vista como uma piada ou algo pejorativo e artificial. O gênero (ou pelo menos o clássico estilo de Washington, o DC sound) primeiramente explorado por bandas como Faith, Rites of Spring e Embrace tem suas raízes no punk rock. O próximo passo na evolução do gênero veio em 1982 e durou até 1993 com as bandas Indian Summer, Moss Icon, Policy of Three, Still Life e Navio Forge. A dinâmica calmo/gritado ("quiet/loud") freqüentemente ouvida em bandas recentes tais como Seatia e Thursday tiveram suas raízes nestas bandas. No que diz respeito a voz, essas bandas intensificaram o estilo emocore. Muitas delas sempre fizeram uso de berros e gritos durante a apresentação, e motivo para muitos fãs de hardcore depreciarem os fãs de emo como "molengas"¹ ("wimps", "weaklings"). Assim como foi infundida uma nova intensidade para o emocore, o emotional hardcore levou essa intensidade a um nível extremo. A cena teve início entre 1991 e 1992 com as bandas Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow que tocavam um estilo caótico, com vocais abrasivos e passionais. Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de "desacelaração". As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo. Nota-se uma nova tendência emo em abandonar o punk distorcido em favor de calmos violões. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade. No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo, depressivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos, trajes listrados, mad rats, cabelos coloridos e franjas caídas sobre os olhos.
BEM TEMOS O CASO DA MENINA DE 16 ANOS QUE FOI ENCONTRADA MORTA DENTRO DE UM CEMITERIO, ACREDITA-SE QUE ELA FOI MORTA ATRAVÉS DE UM "RITUAL" .
ENTRE OUTRAS VARIAS E VARIADAS MORTES:
BEM SEM MAS PALAVRAS NÉ .......

Headbangers são definidos como apreciadores do estilo musical Heavy Metal.
O Heavy Metal (ou Metal) é um sub-gênero do rock.
O Heavy Metal e o Hard Rock são como irmãos.
O Metal se caracteriza pela predominância sonora de guitarras amplificadas, por vezes sob o efeito de pedais de distorção, com ritmos rápidos, amplificados. Outras características marcantes do metal são a velocidade, distorção e peso do som, que também é marcado por virtuosos solos de bateria, baixo e, principalmente, guitarra.Há de se notar que a velocidade não é característica de todos os sub-gêneros do metal. Doom metal, por exemplo, é marcado pelo peso e lentidão. Sonoramente o Heavy Metal se caracteriza por riffs de guitarra complexos, geralmente solos (longos ou curtos a maioria longo) e refrões bastante marcantes. As músicas se alternam entre levadas rápidas e cadenciadas, com andamentos na forma de palhetadas "cavalgadas", corridas, e Power chords. Um elemento que deixa claro o Heavy Metal como evolução do Rock and Roll é a predominância de escalas pentatônicas, imortalizada por bandas como Deep Purple, Iron Maiden, DC, Black Sabbath, Judas Priest e as bandas da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM). O Heavy Metal se diferencia de outros gêneros onde se utilizam largamente guitarras distorcidas porque a guitarra carrega grande importância na melodia da musica, enquanto que em outros gêneros (como Punk Rock) a guitarra é um instrumento que apenas acompanha a melodia e serve para dar textura a musica.
O Heavy Metal também possui nas letras uma de suas maiores riquezas. Usam-se temas como protestos contra elementos repressores da sociedade, protesto contra religiões opressoras, os medos e o lado obscuro do ser-humano, musicalização de contos, poemas, a história de civilizações, momentos ou heróis da humanidade, trabalhos conceituais, humor, fuga da realidade e psicodelia, referências mitológicas,Ateísmo e Satanismo. Encontram-se ainda letras sobre o louvor ao próprio Heavy Metal e ao Rock, como forma de transmissão da paixão e da fidelidade ao estilo. Como por exemplo a musica "The Gods Made Heavy Metal" ( os deuses fizeram o heavy metal), da banda Manowar.
As características do heavy metal surgiram ainda nos anos 60: * The Who e The Kinks quando criaram as primeiras canções a utilizarem Power Chord * The Beatles músicas como "Revolution" e "Helter Skelter" foram uma forte influência para o Heavy Metal. * Jimi Hendrix e Cream popularizaram a distorção pesada * Blue Cheer, que além de também utilizarem a distorção pesada, promoviam um verdadeiro esporro sonoro, sendo um dos primeiros a tocar um blues-rock amplificado até o máximo e cheio de wah-wah's.
* Led Zeppelin e Jeff Beck Band, por apresentarem os primeiros riffs acelerados
* Deep Purple, também pelos riffs e pela inovação constante de cada álbum (apesar de ter muito de Hard Rock)
* Keith Moon (baterista do The Who), por ser um dos primeiros a usar bombo duplo
* Uriah Heep por serem um dos primeiros a fazerem um som com bastante peso (incluindo linhas de teclados), utilizarem distorção e wah wah, abordagem de fantasia e misticismo
* Ian Gillan (Deep Purple), Robert Plant (Led Zeppelin), David Byron (Uriah Heep) e Rod Stewart, alguns dos primeiros vocalistas a apresentarem a densidade vocal característica do estilo O Black Sabbath é considerada a primeira banda de heavy metal da história, por unir todos os elementos citados acima (power chords, distorção, riffs acelerados, intensidade vocal, letras obscuras, com exceção do bumbo duplo), e criarem uma imagem transgressora, muitas vezes ligada ao misticismo, satanismo, apologia ao uso de drogas e também abordagem político-social. História do heavy metal O heavy metal teve o auge de sua popularidade nos anos 80, durante o qual muitos dos vários subgêneros atuais primeiro surgiram. Embora não seja tão bem-sucedido comercialmente como era então, ainda tem uma grande popularidade pelo mundo todo. A primeira vez que o termo Heavy Metal foi utilizado, foi na descrição do estilo tocado pela banda Steppenwolf, à qual tem um verso na música "Born To Be Wild" que acabou batizando um estilo de música seria extremamente polêmico e muito difundido em todo o mundo. Hoje em dia é um estilo musical complexo, difícil de se definir, pois pode ser subdividido em diversos subgêneros distintos, bastante diferentes uns dos outros, tanto lírica quanto musicalmente, tendo como característica comum o peso das músicas. O heavy metal surgiu, assim como o movimento hippie, como um levante da contracultura, que em resposta à sociedade conservadora, utilizava um visual alternativo (cabelos longos, roupa rasgada, etc.). Suas origens residem nas bandas de rock que entre 1964 e 1970 pegaram diversos estilos musicais, principalmente o blues, misturaram com o rock tradicional, e criaram um híbrido com som pesado, veloz e virtuoso, centrado na guitarra. Alguns grandes nomes dos anos 70, do heavy metal, do heavy rock e do hard rock em geral, foram: Black Sabbath, Led Zeppelin e Deep Purple, entre outros. O primeiro álbum do Black Sabbath, homônimo, de 1970, é considerado por muitos o primeiro álbum de heavy metal da história, mas sempre existiu muita polêmica sobre tal assunto. As bandas de heavy metal, e também as bandas de heavy rock e hard rock dos anos 70, têm todas elas um pouco do metal clássico e um pouco do que viria formar o heavy metal tradicional de bandas como Iron Maiden, Saxon, Accept, Manowar, Judas Priest, Motörhead etc. O heavy metal tradicional alcançou o grande público nos anos 80, com a popularidade de bandas do movimento conhecido como "New Wave Of British Heavy Metal". Entre elas está a famosa banda Iron Maiden; também podemos citar as bandas Metallica, Saxon, Def Leppard,Angel Witch, Samson, Tygers Of Pan Tang, Witchfinder General, Raven, Judas Priest entre outras. Principais bandas de heavy metal as bandas abaixo listadas são consideradas bandas de heavy metal tradicional. Além disso, estão abaixo outras bandas de outras vertentes do heavy metal (Ex.: power metal, trash metal, death metal, black metal, doom metal, gothic metal, além das fusões entre os próprios sub-gêneros, como ocorre com o Doom Metal etc.) Bandas de Heavy Metal internacionais:
* Accept
* Avantasia
* Black Label Society
* Black Sabbath
* Blind Guardian
* Dimmu Borgir
* Dio
* Dream Theater
* Edguy
* Evanescence
* Gamma Ray
* Girlschool
* Grave Digger
* Helloween
* Iron Maiden
* Judas Priest
* Manowar
* Metallica
* Nevermore
* Nightwish
* Ozzy Osbourne
* Samson* Savatage
* Saxon* Slayer
* Stratovarius
* Stryper
Bandas de Heavy Metal brasileiras:
* Akashic
* Angra
* Dorsal Atlântica
* Dr. Sin* Eterna
* Sepultura
* Shaaman
* Torture Squad
* Tribuzy
* Tuatha de Danann
* Viper
BEM NA MAIORIA DA VEZES OS METALEIROS TAMBÉM APRESENTAM QUADROS DE ALCOOLISMO, DEPRESÃO, ENTRE OUTROS....


Os hippies eram parte do que se convencionou chamar movimento de contracultura dos anos 60. Adotavam um modo de vida comunitário ou estilo de vida nômade, negavam o nacionalismo e a Guerra do Vietnã, abraçavam aspectos de religiões como o budismo, hinduismo, e/ou as religiões das culturas nativas norte-americanas e estavam em desacordo com valores tradicionais da classe média americana. Eles enxergavam o paternalismo governamental, as corporações industriais e os valores sociais tradicionais como parte de um establishment único, e que não tinha legitimidade.O termo derivou da palavra em inglês hipster, que designava as pessoas nos EUA que se envolviam com a cultura negra, ex: Harry "The Hipster" Gibson. Em 6 de setembro de 1965, o termo hippie foi utilizado pela primeira vez, em um jornal de São Francisco, um artigo do jornalista Michael Smith. Nos anos 60, muitos jovens passaram a contestar a sociedade e a pôr em causa os valores tradicionais. Esses movimentos de contestação iniciaram-se nos EUA. Os hippies defendiam o amor livre e a não violência. Como grupo, os hippies tendem a usar cabelos e barbas mais compridos do que o considerado "elegante". Muita gente não associada à contracultura considerava os cabelos compridos uma ofensa, em parte por causa da atitude iconoclasta dos hippies, às vezes por os acharem "anti-higiênicos" ou os considerarem "coisa de mulher". Foi quando a peça musical Hair saiu do circuito chamado off-Broadway para um grande teatro da Broadway em 1968, que a contracultura hippie já estava se diversificando e saindo dos centros urbanos tradicionais. Os Hippies não pararam de fazer protestos contra a Guerra do Vietnã, cujo propósito era acabar com a guerra, a maioria eram soldados que voltaram depois de ter contato com os Indianos, que a partir desse contato, eles se inspiraram na religião e no jeito de viver para protestarem. Seu principal símbolo era o Mandala. Abaixo estão algumas gírias bastante conhecidas pelos hippies: * Arquibaldo - Torcedor de arquibancada* Barra - Difícil* Bicho - Amigo* Bicho Grilo - Alguem Mal vestido* Bichogrilês - Idioma dos Hippies* Biônico - Político nomeado pelo governo* Bode - Confusão* Capanga - Bolsa* Chacrinha - Conversa sem objetivos* Dar o cano - quebrar compromissos* Eu "tô" que "tô" que nem "tô" de tanto que "tô" - Eu Estou bem* Fazer a cabeça - Conquistar* Geraldino - Torcedor de geral* Goiaba - Bobo* Jóia - Tudo bem* Podes crer - Acredite* Repeteco - Repetição Outras características associadas aos hippies * Roupas de cores brilhantes, e alguns estilos incomuns, (tais como calças boca-de-sino, camisas tingidas, roupas de inspiração indiana)* Predileção por certos estilos de música, como rock psicodélico Grateful Dead, Jefferson Airplane, Janis Joplin e soft rock como Sonny & Cher; ou mais recentemente Phish, String Cheese Incident, the Black Crowes, ou a "trance music" de Goa; * Às vezes tocar músicas nas casas de amigos ou em festas ao ar livre como na famosa "Human Be-In" de San Francisco, ou no Festival de Woodstock em 1969. Atualmente, há o chamado Burning Man Festival (veja link no final); * Amor livre (veja também: revolução sexual). É curioso notar que muitos hippies, porém, não toleravam as relações sexuais ou amorosas entre homens, apenas entre mulheres; * Vida em comunidades onde todos os ditames do capitalismo são deixados de lado. Por exemplo, todos os moradores exercem uma função dentro da comunidade, as decisões são tomadas em conjunto, normalmente é praticada a agricultura de subsistência e o comércio entre os moradores é realizado através da troca. Existem comunidades hippies espalhadas no mundo inteiro; * O incenso e meditação são parte integrante da cultura hippie pelo seu caráter simbólico e quase religiosos; * Uso de drogas como marijuana (maconha), haxixe, e alucinógenos como o LSD e psilocibina (alcalóide extraído de um cogumelo). Porém muitos consideravam o cigarro feito de tabaco como prejudicial à saúde. O uso da maconha era exaltado mais por sua natureza iconoclasta e ilícita, do que por seus efeitos psico-farmacêuticos; * Quanto à participação política, mostravam pouco interesse. Eram adeptos do pacifismo e, contrários à guerra do Vietnã, participaram de algumas manifestações anti-guerra dos anos 60, não todas, como se acredita. Ir contra qualquer tipo de manifestação política também faz parte da cultura hippie, que privilegia muito mais o bem estar da alma e do indivíduo. Por volta de 1970, muito do estilo hippie se tornou parte da cultura principal, porém muito pouco da sua essência. A grande imprensa perdeu seu interesse na subcultura hippie como tal, apesar de muitos hippies terem continuado a manter uma profunda ligação com a mesma. Como os hippies tenderam a evitar publicidade após a era do Verão do Amor e de Woodstock, surgiu um mito popular de que o movimento hippie não mais existia. De fato, ele continuou a existir em comunidades mundo afora, como andarilhos que acompanhavam suas bandas preferidas, ou às vezes nos interstícios da economia global. Ainda hoje, muitos se encontram em festivais e encontros para celebrar a vida e o amor, como no Peace Fest.


Nerd é um termo relativamente abstrato que levanta muitas questões sobre seu significado. A maioria definiria o nerd como um jovem anti-social cujos interesses recaem sobre tecnologia, coleções, RPG, Ficção Científica, Comics, literatura, cinema, etc. Geralmente é empregado de forma pejorativa. Porém, como é típico das generalizações, isso limita a visão sobre as pessoas que se encontram nesse perfil. As pessoas chamadas de nerds são tão variadas em seus gostos quanto quaisquer pessoas são variadas entre si.Os Nerds são conhecidos por um determinado estereótipo, muito divulgado em filmes ou desenhos animados, que geralmente não correspondem a realidade total. São caracterizados como garotos excessivamente magros ou gordos, com roupas fora de moda, camisas (às vezes xadrez) muito fechadas e calças mais curtas do que deveriam. As garotas geralmente usam uma saia comportada, meias à mostra e sapatos bem tradicionais. É bem típico ver essas figuras usando óculos, levando calculadoras ou laptops. São caracterizados também como não-populares e tampouco extrovertidos. Mas, na verdade, eles não têm um padrão próprio de vestuário e são muito sociáveis quando se sentem confortáveis no ambiente. Apesar de serem uma Tribo Urbana, é difícil reconhecê-los no dia-a-dia pois, ao contrário das outras tribos, não tem um estilo facilmente reconhecível à primeira vista. Tampouco gostam dos mesmos tipos de música, e nem todos freqüentam os mesmos lugares. É claro que é fácil de se encontrar Nerds em uma Biblioteca ou Gibiteca, em lojas especializadas ou em Encontros e Convenções de Star Wars, HQ, Anime, Star Trek, Senhor dos Anéis, etc. Trata-se de um estilo de vida. Embora não seja comum se ver turminhas de Nerds nas ruas, costumam ter amigos em comum e costumam se reunir com frequência tanto via internet quanto na vida real. No dia-a-dia se relacionam com todo tipo de pessoa e tem uma rara capacidade de se encaixar em qualquer tipo de grupo de amigos. Há muitos 'sub-grupos' de Nerds. Confira os principais: - Geeks que são aqueles cujo interesse volta-se especialmente para a tecnologia e informática; - Trekkers, é como são denominados os fãs de Star Trek; - Otakus são os que gostam de animes, mangás e cultura japonesa em geral, muitas vezes estes aprendem japonês, apenas para terem acesso aos mangás originais; - Gamers, são viciados em jogos eletrônicos; Além de netts, fãs de mitologia e outros. Os grupos são muito variados, e, muitas vezes se misturam. Portanto ninguém gosta de uma coisa só e não há 'sub-grupos' rivais já que estes não costumam fomentar discussões. Muitos dos traços associados ao estereótipo "nerd", especialmente a incomum tendência em acumular altos conhecimentos especializados, paralelo a inabilidade social e movimentação desengonçada, são as características principais dos portadores da síndrome de Asperger. Especialistas tem encontrado ligação entre a síndrome e a exposição a quantidades excessivas de testosterona na fase pré-natal, daí a ocorrência de 10 para 1 em indivíduos do sexo masculino. Evidenciando forte influência biológica no comportamento "nerd".
PALAVRAS DE UMA PATRICINHA:
"Toda patty vive de grupinho e todas sempre estão bem arrumadinhas. Sabe aquelas meninas que se juntam e você fica olhando e olhando para saber o que elas estão tramando ou conversando?? Tchan,tchan Yes!! Nós mesmo!! AS PATRICINHAS! O colegio é o lugar onde nós deixamos bem claro,que..Somos pattys vivemos inventando moda e usando roupas diferentes. Mas lógico que o lugar mais comum para identificar uma patty com certeza é no shopping, nossa segunda casa, sempre rodeadas de amigas, somos muito educadas e respeitadas pela maioria das pessoas. E quem foi que disse que patty só usa roupa de griffe?? Seja quem for que falou, é uma grande mentira, nem todos nossos guarda-roupas são feitos de roupas de Cher (As patricinhas de Beverlly Hills) e Elle (legally Blonde). Nós também usamos roupas normais, C&A.. Mas, sempre fashion!! É uma bobeira acreditar que todas as pattys são ricas ok?! Ser patty é um estilo de vida e não ser arrastada por compras e + compras e + compras... Todas as pattys adoram ajudar e dar dicas super stars e então vou dar uma dica de patty para vocês. Mas tome cuidado com isso. Uma girl não pode e não deve ser quem você realmente é e querer imitar os outros pelos estilos deles próprios. O motivo é simples, ninguém disse que para ser patty precisa ser loira, olhos azuis, rica e ip polutium, e ninguém disse que existe aprendizado para virar uma patty, seja você mesma. Seja original!!!!!"


BEM TALVEZ ESSA SEJA A TRIBO QUE TRAS MENOS ESTRAGOS PARA A SOCIEDADE EM GERAL, A NÃO SER PELO ENORME FURO QUE ELAS FAZEM NA ECONOMIA DE SEUS PAIS, GERALMENTE SÃO MENINAS MIMADAS , QUE O MAXIMO DE MAL QUE PODEM VIR A FAZER É TE XINGAR DE BOBO SE VOCÊ QUEBRAR A UNHA DELA, OU SE POR ALGUM ACASO APARECER COM UMA ROUPA QUE NÃO COMBINE " A BLUSA, COM A CALÇA, QUE COMBINA COM A MEIA QUE COMBINA COM A COR DOS SEUS OLHOS"

E POR AI EM DIANTE......

A cultura punk é formada por todos os estilos dentro da produção cultural que possuem certas características comuns àquelas ditas punk, como por exemplo o princípio de autonomia do faça-você-mesmo, o interesse pela aparência tosca e agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura. Entre os principais elementos culturais punk estão: o estilo musical, a moda, o design, as artes plásticas, o cinema, a poesia, e também o comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação.A partir do início da década de 1970 o conceito de cultura punk adquiriu novo sentido com a expressão movimento punk, que passou a ser usada para definir sua transformação em tribo urbana, substituindo uma concepção abrangente e pouco definida da atitude individual e fundamentalmente cultural pelo conceito de movimento social propriamente dito: a aceitação pelo indivíduo de uma ideologia, comportamento e postura supostos comum a todos membros do movimento punk ou da gangue ou ramificação/submovimento que ele pertence. O movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos —seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos do movimento, seja a preservação e resistência da tradição punk, como forma cultural deliberadamente marginal e alternativa à cultura tradicional vigente na sociedade ou como manifestação de segregação e auto-afirmação por gangues de rua. A cultura punk, segundo esta definição, pode então ser entendida como costumes, tradições e ideologias de uma organização ou grupo social. Apesar de atualmente o conceito movimento punk ser a interpretação mais popular de cultura punk, nem todos indivíduos ligados a esta cultura são membros de um grupo ou movimento. Um grande número de punks definem o termo punk como uma manifestação fundamentalmente cultural e ideologicamente independente, cujo o aspecto revolucionário se baseia na subversão não-coerciva dos costumes do dia-a-dia sem no entanto se apegar à um objetivo preciso ou a um desejo de aceitação por um grupo de pessoas, representando uma postura distinta do caráter politicamente organizado e definido do movimento punk e de seu respectivo interesse na preservação da tradição punk em sua forma original ou considerada adequada. Esta diferença de postura entre o movimento punk e outros adeptos da cultura é responsável por constantes conflitos e discussões, às vezes violentos, que ocorrem no encontro destes indivíduos em ruas e festivais, ou através de meios de comunicação alternativos como revistas, fanzines e fóruns. Originalmente o punk surge por volta de 1975 como uma manifestação cultural juvenil semelhante aos da década de 1950 e 1960: um modismo cujo interesse era a afirmação de uma personalidade ou estilo, não envolvendo intencionalmente questões éticas, políticas ou sociais. Era caracterizado quase que totalmente por um estilo baseado em música, moda e comportamento. Esta primeira manifestação punk, o estilo punk rock, surge primeiro nos Estados Unidos com a banda The Ramones por volta de 1975 e é caracterizada por um revivalismo da cultura rock and roll (músicas curtas, simples e dançantes) e do estilo rocker/greaser (jaquetas de couro estilo motoqueiro, camiseta branca, calça jeans, tênis e o culto a juventude, diversão e rebeldia). Enquanto o rock and roll tradicional ainda criava estrelas do rock, que distanciavam o público do músico, o punk rock rompeu este distanciamento trazendo o princípio da música super-simplificada (pouco mais que três acordes, facilmente tocados por qualquer pessoa sem formação mínima musical) e instigando naturalmente outros adolescentes a criarem suas próprias bandas. O punk rock chega à Inglaterra e influencia uma série de jovens pouco menos de um ano depois. Na Inglaterra o princípio de que "qualquer um pode montar uma banda" e o espírito renovador do punk rock se mesclaram a uma situação de tédio cultural e decadência social, desencadeando o punk propriamente dito. Extremamente empolgado pela apresentação dos Ramones, Mark Perry abandona seu emprego e produz o primeiro fanzine punk, o Sniffin' Glue ("cheirando cola"), com a intenção de promover esta nova agitação cultural. O fanzine foi o símbolo marco para o faça-você-mesmo punk, não tinha quase nenhum recurso financeiro e era marcado pelo estilo visual deliberadamente grosseiro e com senso de humor ácido. Os Sex Pistols, antes uma banda de punk-rock comum, se torna um projeto mais ambicioso com a tutela de Malcom McLaren e a inclusão de um vocalista inventivo e provocador, Johnny Rotten. A banda passa a usar suásticas e outros símbolos nazi-fascistas, além de símbolos comunistas e indumentária sadomasoquista num agressivo deboche dos valores políticos, morais e culturais (influenciados e patrocinados por Malcolm McLaren e Vivienne Westwood, amigos aficcionados pelas idéias Dadaístas e Situacionistas). Além de ridicularizar clássicos do rock and roll, as músicas da banda costumavam demonstrar um profundo pessimismo e niilismo, agredindo diretamente diversos elementos da cultura vigente, sempre em tom sarcástico e agressivo. Logo chamam a atenção de entusiastas que começam a acompanhar os shows produzindo eles próprios de forma caseira estilos de roupas e acessórios, em geral rearranjos de roupas tradicionais como ternos, camisas e vestidos, com itens sadomasoquistas, pregos, pinos, rasgos e retalhos. Essas características —sarcasmo, interesse pelo grosseiro e o ofensivo, valorização do faça-você-mesmo, reutilização de roupas e símbolos de conhecimento geral em um novo contexto bizarro, crítica social, desprezo pelas ideologias, sejam políticas ou morais, e pessimismo— somado ao estilo empolgante e direto do punk-rock definiram a primeira encarnação do que hoje entendemos como cultura punk. A partir de 1977 esta postura punk se tornou um fenômeno impactante na maior parte do mundo e pouco a pouco foi se transformando e ramificando em sub-gêneros. O primeiro aspecto cultural punk desenvolvido foi o estilo musical. A música punk desde suas origem até os dias de hoje passou por diversas mudanças e sub-divisões, englobando características que vão do pop-rock irônico e politicamente indiferente ao ruidoso discurso político panfletário. Apesar disso, nos diversos estilos de música punk o caráter anti-social e/ou socialmente crítico é bastante recorrente e a ausência destas características é vista por alguns como justificativa para o não-reconhecimento de uma banda como sendo do estilo punk. Estilos muito distintos do punk-rock também são desconsiderados com freqüência. O estilo punk-rock tradicional caracteriza-se pelo uso de poucos acordes, em geral power chords, solos breves e simples (ou ausência de solos), música de curta duração e letras sarcásticas que podem ser politizadas ou não, em muitos casos uma manifestação de antipatia à cultura vigente. Estas características não devem ser tomadas como uma definição geral de punk-rock pois bandas e variações bem difundidas do gênero apresentam características muitas vezes antagônicas a estas, como por exemplo as músicas longas e complexas do Television, o experimentalismo cacofônico do Crass, a tendência de sociabilização das bandas de hardcore moderno e o discurso sério de algumas bandas politizadas, As mais difundidas correntes musicais punks são as descendentes do estilo punk rock original, que mantém certas características sonoras em comum com sua origem e que podem ser classificadas como Rock. Destacam-se o hardcore, oi!, grindcore, crustcore e ska-punk. Existem também estilos que não têm como origem direta o punk-rock ou que se transformaram de tal forma que se tornaram notavelmente distintas. Entre eles estão o funk punk, reggae punk, pós-punk, synth-punk e outros. Há ainda outras correntes nitidamente semelhantes ao punk cujo o reconhecimento como parte do estilo não é unânime entre punks, em geral por demonstrarem uma atitude controversa ou não relacionada com o esteriótipo, como o caso da new wave. O gosto por certas bandas é algumas vezes interpretado como identificação de um indivíduo à um certo grupo, especialmente entre aqueles que defendem o caráter ideológico da cultura punk. Por exemplo, bandas como Histeria , Vírus 27 e Garotos Podres podem ser repudiado por grupos anarquistas pelas relações desses artistas com a cultura skinhead e careca, enquanto estas mesmas bandas podem ser bem aceitas e favoritas entre punks que não sejam anarcopunks. Da mesma forma que os outros elementos culturais, o porte de símbolos de certas bandas comumente associadas a determinados grupos ideológicos muitas vezes desencadeiam a hostilidade e a violência de adeptos de gangues e grupos do movimento punk com ideologia contrária... A moda é, junto à música, o aspecto cultural mais característico e evidente do punk. O termo moda, no entanto, não é bem aceito pela maioria dos punks e influenciados pela cultura punk pois é entendido estritamente como modismo, aceitação social, comércio e/ou mera aparência. Costuma-se empregar o termo estilo, com o significado de "roupa como afirmação pessoal" (apesar deste também ser um dos significados da palavra moda), ou mais comumente ainda o termo visual, utilizado em quase toda a cultura alternativa brasileira, não somente no meio punk. O estilo punk pode ser reconhecido pela combinação de alguns elementos considerados típicos (alfinetes, patches, lenços no pescoço ou à mostra no bolso traseiro da calça, calças jeans rasgadas, calças pretas justas, jaquetas de couro com rebites e mensagens inscritas nas costas, coturnos, tênis converse, correntes, corte de cabelo moicano,(colorido ou espetado, etc) ou espetado por inteiro (dos lados, atrás e em cima) e em alguns casos lapis ou sombra no olho, sendo esta combinação aleatória ou de acordo com combinações comuns à certos sub-gêneros punk, ou ainda o reconhecimento pode ser pelo uso de uma aparência que seja desleixada, "artesanalmente" adaptada e que carregue alguma sugestão ou similaridade com o punk sem necessariamente utilizar os itens tradicionais do estilo. A moda punk, em sua maioria, é deliberadamente contrastante com a moda vigente e por vezes apresenta elementos contestadores ou ofensivos aos valores aceitos socialmente —no entanto um número considerável de punks e alguns sub-gêneros apresentam uma aparência menos chamativa (por exemplo o estilo tradicional hardcore). Há também indivíduos intimamente ligados a esta cultura que não têm nenhum interesse ou deliberadamente se recusam a desenvolver uma aparência punk, em geral motivados pelas diversas críticas que a moda punk recebeu durante sua história (veja o artigo principal: moda punk). As variações dos elementos das roupas punk e o surgimento de ramificações de estilo estão associados, na maioria dos casos, ao surgimento de novos sub-gêneros musicais, influências ideológicas e de elementos de outras culturas que em determinados momentos dividiam mesmo espaço com o punk. A idéia popularmente difundida e equivocada de que todos os elementos do esteriótipo punk foram "planejados" cuidadosamente como simbolismo da ideologia libertária/anarquista —por exemplo o coturno, originalmente trazido a cultura punk por influência da cultura skinhead, que é comumente e erroneamente justificado como símbolo de repúdio ao Exército— é com freqüência aceita entre novos punks que acabam desta forma propagando e conseqüentemente agregando pouco-a-pouco um sentido simbólico que não existia anteriormente à moda punk. Enquanto o estilo punk desligado de um movimento costuma utilizar com liberdade os elementos, combinando peças intuitivamente e utilizando outros itens que não fazem parte do estilo clássico, os membros dos diversos grupos do movimento punk consideram fundamental algumas combinações tradicionais de elementos, uma vez que elas identificam o grupo (e conseqüentemente a ideologia) específico que o indivíduo pertence. Em diversos países, incluindo o Brasil, a roupa é na maioria das vezes o elemento que desencadeia as brigas de rua entre gangues, membros de grupos divergentes do movimento punk e outros movimentos que repudiam o punk. A combinação arbitrária de elementos costuma não ser bem vista por punks de gangues e sub-grupos do movimento pois é interpretada como uma demonstração de ignorância sobre os costumes, a aparência e as ideologias punk ou fruto de uma tentativa da cultura vigente se apropriar desse estilo. Este desentendimento pode culminar no desprezo, ridicularização ou hostilidade para com o indivíduo ou, nos casos dos grupos violentos, na coerção, furto de peças e agressão. Desde o seu início, o Punk teve ideias apartidárias e a liberdade para acreditar ou não em um deus ou religião qualquer. Porém, por causa do tempo de existência, seu caráter cosmopolita e amplo, ocorreram distorções de todas as formas, em diversos países, dando ao movimento Punk uma cara parecida mas totalmente particularizada em cada país. Por se assemelhar em diversos aspéctos com o anarquismo (posteriormente, a principio o movimento punk era apolítico), punks e anarquistas passaram a colaborar entre si e muitas vezes participando das ações. Passaram então a existir muitos punks que também eram realmente anarquistas, e posteriormente surgiu o anarcopunk, este ganhou um novo rumo com redirecionamento a uma nova militância política, com discursos e ações mais ativas, opondo-se à mídia tradicional, ao Estado, às instituições religiosas e grandes corporações capitalistas. Como a maior parte dos movimentos populares, o movimento punk tem quase tantas nuances quanto o número de adeptos, mas em geral sustentam valores como anti-machismo, anti-homofobia, anti-nazismo, amor livre, anti-lideranças, liberdade individual, autodidatismo, iconoclastia, e cosmopolismo. Existem outras vertentes do movimento como o oi! caracterizado pelo relacionamento de punks e skinheads, ou o straight edge que se auto-denominam "livres de drogas" não fazendo uso de nenhuma substância que altere o humor, incluindo o álcool e a nicotina.A outra vertente, talvez a mais tradicional e/ou original do brasil, são as gangs. Que estiveram presentes desde o começo deste movimento, principalmente em São paulo, onde existem até hoje. São famosas pelo uso da violência e união de seus integrantes, geralmente andam em grupos não tão numerosos mas potêncialmente perigosos, subjugam seus inimigos onde quer que estejam por intimidação ou violência, chegam a ser mais de 10 facções em São paulo, sendo as "principais" só 4 delas, que são originais do começo do movimento e talvez as mais respeitadas e violentas. Como ja dito em musica do Resto de Nada: "...vivemos na cidade de Saõ paulo, onde a noite é das gangs..." Alguns punks evitam relações com a mídia tradicional por filosofia, e é bem comum que não seja de conhecimento público o nome de escritores de zines - publicações alternativas, poetas, artistas plásticos, bandas, já que cada componente do seu grupo faz sua própria mídia, através da propaganda, que consiste na publicação de zines, promoção de eventos como palestras, gigs (expressão idiomática inglesa que significa "show" ou "festival", utilizada na cultura alternativa britânica e que foi adotada por alguns punks brasileiros), passeatas, panfletagens e sistemas de boletins-noticiários. Essa característica do movimento punk acarreta problemas para os seus integrantes que por algum motivo adquirem espaço na grande mídia, como foi o caso do cantor e atualmente apresentador de programa de televisão, o brasileiro João Gordo, vocalista da banda Ratos de Porão e considerado por muitos adeptos do movimento punk brasileiro como traidor.

Skinhead é o nome de uma subcultura caracterizada pelo corte de cabelo muito curto ou rapado (há algumas exceções), um estilo particular de se vestir (que costuma incluir botas e/ou suspensórios), o culto à virilidade, à violência, ao futebol e ao hábito de beber cerveja. A cultura skinhead é também ligada à música, especialmente ska, skinhead reggae e Oi!, mas também punk rock e hardcore. Suas origens remetem ao Reino Unido na década de 1960, onde são proximamente ligados com os rude boys e os Mod da Inglaterra.As primeiras manifestações desta cultura ocorreram por volta de 1967, alcançando o seu primeiro auge em 1969. Este período é chamado nostalgicamente pelos próprios skinheads como "espírito de 69" (ou "spirit of 69", termo cunhado na década de 1980 pela gangue Spy Kids). Eram majoritariamente formados por brancos e negros (estes últimos em sua maioria imigrantes jamaicanos) que frequentavam juntos clubes de soul e reggae, andavam em gangues e se vestiam de uma forma muito particular, em especial pelo corte de cabelo muito curto (daí o nome skinhead, que traduz-se grosseiramente como "cabeça pelada"). Os skinheads ganharam notoriedade nos jornais e na cultura popular da época por muitos deles promoverem confrontos nos estádios de futebol (o chamado hooliganismo) e alguns deles participarem de agressões contra imigrantes paquistaneses e asiáticos. No final da década de 1970 houve uma "segunda geração" skinhead, decorrente da agitação provocada pela cultura punk e que acabou desencadeando um grande interesse por outros movimentos juvenis do passado, como os mods, teddy boys e skinheads. A geração anterior ("espírito de 69") tinha como uma de suas características a ligação com a música jamaicana, principalmente o reggae, o rocksteady e o ska. Com o surgimento da "revolução musical" do punk rock e sua ética de faça-você-mesmo, muitos skinheads se agregaram ao emergente street-punk (então uma vertente anti-comercial do punk) e deram origem ao estilo Oi!, que abrange tanto os aspectos musicais quanto culturais. Isso no entanto não significou o abandono do reggae e do ska. Nos anos 1980 muitos skinheads tornam-se grandes adeptos do ska chamado "Two Tone" ("dois tons", em referência às cores preta e branca — simbolizando a união de raças). A partir da década de 1980, a constante pressão da mídia acerca da infiltração do preconceito racial dentro da cultura skinhead (infiltração promovida por uma política deliberada do partido de extrema-direita National Front), somada ao surgimento de um engajamento político dentro desta cultura (tanto à esquerda quanto à direita, além do anarquismo) resultou na fragmentação em vários submovimentos rivais. Desde então, constantemente estes grupos não reconhecem uns aos outros como verdadeiros representantes da cultura skinhead, e é comum que cheguem a se enfrentar fisicamente. Entre os principais atritos estão as divergências explícitas como entre esquerdistas e direitistas, racistas e não-racistas, polítizados e apolíticos. Mas também há grande hostilidade entre grupos de divergência sutil como nazistas e integralistas, conservadores xenófobos e defensores de uma supremacia racial branca, anti-semitas e neonazistas. Características A cultura skinhead da década de 1960 era formada majoritariamente por jovens do proletário britânico; contudo, influenciados por uma imensa falta de consciência de classe. Já que optam por manisfestarem-se através de uma maneira ingênua e com tendências burguesas, como o nacionalismo ufanista e infundado, pois acarreta o entreguismo. Existem diversas particularidades culturais e ideológicas que definem diferentes tipos de skinheads. No aspecto geral: * Os tradicionais, ou trads, que estão mais intimamente ligado aos costumes da década de 1960, especialmente a versão inglesa dos rude-boys. * Os boot-boys (mais tarde chamados de skinhead), forma exagerada e quase caricatural do estilo tradicional e que se tornou a vertente mais comum a partir da década de 1980. ;* Os casuais são uma continuação da evolução skinhead, que evoluiram dos hooligans. O estilo ganhou força nos tempos em que se foi proibida a entrada de pessoas com botas dentro dos estádios de futebol, o que obrigou os skins fanáticos pela bolinha, e também, por brigas futebolísticas, a diversificar um pouco seu vestuário, trocando as botas pelo tênis. Com o passar dos tempos o visual dos casuais também evoluiu e ganhou características próprias, sendo utilizado como disfarce para brigas entre hooligans. * Outros grupos de curta existência como smoothies, suedeheads, crombie boy e outros.
BEM VOU FICANDO POR AQUI COM A SEQUINTE MENSAGEM :
Não existe nada melhor do que ser jovem. Poder lembrar das tardes que brincava com os coleguinhas de pega-pega ou de bater-bafo; poder olhar para a frente e fazer planos para o "quando eu for pai/mãe"; e ainda poder dizer, "quando eu tiver 60 anos...". Ser jovem é ter uma vida inteira nas mãos. Há muitos séculos o jovem é visto como rebelde, inconsequente, irresponsável, hoje pesquisas mostram que os jovens possuem ideais e noções amplas sobre o mundo . Porém, tudo a seu tempo. Não se pode exigir de um garoto de 15 anos que ele reaja como seu pai numa determinada situação, mas podemos considerá-lo muito parecido com seus colegas de turma, pois estes sim possuem atos semelhantes. Viver em turma... A busca por uma turma é, em geral, um refúgio, é a vontade de agir por si só e se desvincular de seus pais. Inseguros, agressivos e inconstantes, os adolescentes procuram formar uma identidade que lhes satisfaçam. Esta indentidade se dá na segurança que encontram num determinado grupo. Esta é a explicação dos adultos para andarmos em bandos, para nós significa apenas que "É DA HORA!!", mas enfim... os adultos vivem tentando nos desvendar... Nas grandes cidades, principalmente, encontram-se as tribos juvenis, que são grupos de jovens que falam a mesma língua, possuem os mesmos costumes, em busca do encontro, do proibido, do prazer, de diversão e de um ideal que os façam diferentes. Numa tribo rola lealdade entre seus integrantes e muito companheirismo. Fazer parte de uma tribo torna o jovem mais espontâneo e sociável (palavra de adulto). Ter amigos com quem nos identificamos, possibilita nosso contato com o mundo e sua melhor compreensão. É claro que cada tribo lê este mundo numa linguagem diferente, há os que lêem de roupas pretas ao som de Sepultura, há os que lêem de abadá ao som de Chiclete com Banana, ou ainda os aqueles que de mãos dadas louvam a Deus. Existe uma infinidade de tribos, os clubbers, punks, rpgistas, micareteiros, góticos, evangélicos, blogueiros, vestibulandos e etc, mas o melhor em fazer parte de uma tribo é que todo mundo se respeita e compartilha momentos de alegria juntos. É importante que a tribo ajude você a crescer e a ver a vida como ela é, e também que lhe ajude a pisar num caminho de responsabilidade, para que você possa aproveitar sua juventude sem sentir as tantas dores do mundo. Faça da sua tribo uma segunda família, e não torne sua vida um 'programa de índio'. Hoje podemos fazer parte de uma tribo sem sair de casa, basta acessar a Internet e conhecer uma porção de gente para fazer barulho com você, pessoas que têm a sua cara. Cara? é sim. Uma tribo é formada de caras que possuem as mesmas idéias e gostos semelhantes. Por isso, há tantas tribos por aí. Basta você se juntar a 2 ou 3 colegas, se apegarem a alguns gostos em comum, assumirem uma postura única sobre uma determinada coisa, e pronto, já viraram uma nova tribo. Lembro que na minha época de colégio tinha umas garotinhas apaixonadas pelos Hanson, eram todas iguais, patricinhas, magrinhas e de frufrus nos cabelos, acessórios sempre cor-de rosa e sapatinhos estilo boneca, andavam com pastas lotadas de recortes sobre os três irmãos e cantavam todas as músicas o dia todo. E todos nós, que não eramos como elas, as chamávamos de "Hansoletes", até que um dia o grupo de oito meninas apareceu no colégio com camisetas cor-de-rosa com a mensagem: "Hansoletes Esta é a nossa tribo E nosso pajé é loiro cabeludo" De maria-chiquinhas nos cabelos, elas fizeram sua marca, ganhando um espaço único. E é isso aí. Fazer parte de uma triubo é fazer o que gosta, com pessoas que também gostam, é sair da homogeneidade do mundo para assumir uma indentidade, a fim de defender um ideal., so temos que ter conciencia de os atos que tomamos no represente, são as consequencias do futuro.
by Lailinha Coutinho

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008


















VIOLENCIA CONTRA MULHER:
ATÉ QUANDO VAMOS SOFRER
COM ESSES ANIMAIS ?














Na esfera jurídica, violência significa uma espécie de coação, ou forma de constrangimento, posto em prática para vencer a capacidade de resistência de outrem, ou a levar a executá-lo, mesmo contra a sua vontade. É igualmente, ato de força exercido contra as coisas, na intenção de violentá-las, devassá-las, ou delas se apossar.


Existem vários tipos de armas utilizadas na violência contra a mulher, como: a lesão corporal, que é a agressão física, como socos, pontapés, bofetões, entre outros;

o estupro ou violência carnal, sendo todo atentado contra o pudor de pessoa de outro sexo, por meio de força física, ou grave ameaça, com a intenção de satisfazer nela desejos lascivos, ou atos de luxúria; ameaça de morte ou qualquer outro mal, feitas por gestos, palavras ou por escrito; abandono material, quando o homem, não reconhece a paternidade, obrigando assim a mulher, entrar com uma ação de investigação de paternidade, para poder receber pensão alimentícia.
Mas nem todos deixam marcas físicas, como as ofensas verbais e morais, que causam dores,que superam, a dor física. Humilhações, torturas, abandono, etc, são considerados pequenos assassinatos diários, difíceis de superar e praticamente impossíveis de prevenir, fazendo com que as mulheres percam a referencia de cidadania.


A violência contra a mulher, não esta restrita a um certo meio, não escolhendo raça, idade ou condição social. A grande diferença é que entre as pessoas de maior poder financeiro, as mulheres, acabam se calando contra a violência recebida por elas, talvez por medo, vergonha ou até mesmo por dependência financeira.
Atualmente existe a Delegacia de Defesa da Mulher, que recebe todas as queixas de violência contra as mulheres, investigando e punindo os agressores. Como em toda a Polícia Civil, o registro das ocorrências, ou seja, a queixa é feita através de um Boletim de Ocorrência, que é um documento essencialmente informativo, todas as informações sobre o ocorrido visam instruir a autoridade policial, qual a tipicidade penal e como proceder nas investigações.
Toda a mulher violentada física ou moralmente, deve ter a coragem para denunciar o agressor, pois agindo assim ela esta se protegendo contra futuras agressões, e serve como exemplo para outras mulheres, pois enquanto houver a ocultação do crime sofrido, não vamos encontrar soluções para o problema.


A população deve exigir do Governo leis severas e firmes, não adianta se iludir achando que esse é um problema sem solução. Uma vez violentada, talvez ela nunca mais volte a ser a mesma de outrora, sua vida estará margeada de medo e vergonha, sem amor próprio, deixando de ser um membro da comunidade, para viver no seu próprio mundo.
A liberdade e a justiça, são um bem que necessita de condições essenciais para que floresça, ninguém vive sozinho. A felicidade de uma pessoa esta em amar e ser amada. Devemos cultivar a vida, denunciando todos os tipos de agressões (violência) sofridas.






A violência é um termo de múltiplos significados, e vem sendo utilizado para nomear desde as formas mais cruéis de tortura até as formas mais sutis da violência que têm lugar no cotidiano da vida social, na família, nas empresas ou em instituições públicas, entre outras.
Alguns pesquisadores propõem definições abrangentes da violência que levem em conta o contexto social, a distribuição desigual de bens e informações. Para compreender a violência deve-se levar em consideração as condições sociais geradoras de violência - sociais, políticas, econômicas e não apenas os episódios agudos, como a violência física explícita.
Distingue-se nesse campo de estudo, a delinqüência (ferimentos, assassinatos e mortes), a violência estrutural do Estado e das instituições que reproduzem as condições geradoras de violência e a resistência às condições de desigualdade. Outros autores chamam atenção ao fato de que a preocupação com o problema da violência é recente na história, o que estaria relacionado à modernidade e seus valores de liberdade e felicidade, consolidados na concepção de cidadania e dos direitos humanos (1). Com base nesses valores, determinadas práticas passam a serem vistas como formas de violência.A partir da atuação do movimento de mulheres, comportamentos considerados "naturais" passaram a ser classificados como violência - impedir a mulher de trabalhar fora de casa, negar-lhe a possibilidade de sair só ou de ter amigas, impedi-la de escolher o tipo de roupa que deseja usar, impedir sua participação em atividades sociais, agressões domésticas de pequena monta ou desqualificação e humilhações privadas ou em público, as relações sexuais forçadas dentro do casamento. A violência contra a mulher é uma expressão abrangente, incluindo diferentes formas de agressão à integridade corporal, psicológica e sexual. Fatos mais graves também foram duramente criticados pelas organizações feministas. No Brasil, um marco na história do movimento foi a exigência do fim da impunidade aos criminosos que agiam "em nome da honra". A legítima defesa da honra foi um argumento bastante utilizado por advogados que não hesitavam em denegrir a imagem das mulheres assassinadas, para garantir a absolvição de seus clientes. Invertendo os valores da justiça, as vítimas eram acusadas de sedução, infidelidade, luxúria, levando o homem ao desequilíbrio emocional e à atitude extrema do homicídio. No pólo oposto a situação enfrentada pelos homens, que na grande maioria das vezes, são agredidos por pessoas estranhas e no espaço público, a violência contra a mulher ocorre principalmente no espaço doméstico, e é cometida por parceiros, ou outras pessoas com quem as vítimas mantêm relações afetivas ou íntimas, incluindo filhos, sogros, primos e outros parentes. Ela está profundamente arraigada nos hábitos, costumes e comportamentos sócio-culturais. De tal forma que, as próprias mulheres encontram dificuldade de romper com situações de violência, e entre outras coisas, por acreditarem que seus companheiros têm direito de puni-las, se acham que elas fizeram algo errado ou infringiram as normas que eles determinaram. A violência afeta mulheres de todas as idades, raças e classes sociais e tem graves repercussões sociais. Agravos à saúde física e mental, dificuldades no emprego, na aprendizagem, riscos de prostituição, uso de drogas e outros comportamentos de risco. Segundo diversos estudos, com populações de várias partes do mundo, e em diferentes culturas, um grande número de mulheres relata que já foi agredida física, psicológica ou sexualmente, pelo menos uma vez na vida. Nesse contexto destaca-se a violência sexual, apontada por pesquisadores como uma das principais formas de agressão, que predomina sobre as outras. Embora se classifique a violência em tipos distintos, as diferentes formas de agressão nunca aparecem isoladas. As mulheres estupradas, ou as meninas submetidas ao abuso sexual, em geral são espancadas e sofrem ameaças de toda sorte. Sob o domínio do medo, elas não denunciam, não procuram ajuda, se fecham em si mesmas e sofrem caladas até que um fato como a gravidez venha revelar a situação. A violência física, no mínimo é acompanhada da violência psicológica. Essa diferenciação faz sentido apenas na discussão da abordagem, para que se possa compreender melhor a necessidade que a vítima apresenta ao buscar ajuda. Em qualquer situação, porém, é o olhar sobre o problema deve ser o mais amplo possível, para que a mulher, criança ou adolescente agredida, seja vista e acompanhada na sua integralidade.Nas últimas décadas, por força das militantes feministas e provavelmente pela constatação das perdas sociais e econômicas, a violência contra a mulher foi incluída na agenda política dos governos e nos acordos internacionais.A Convenção de Belém do Pará (1994), define "a violência contra a mulher constitui uma violação aos direitos humanos e às liberdades fundamentais e limita total ou parcialmente à mulher o reconhecimento, gozo e exercício de tais direitos e liberdades". (...) "violência contra a mulher é qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado" (2). "Quem de nós poderia dizer que jamais se deparou com uma situação de violência, durante toda a vida pelo fato de ser mulher? Quem nunca ouviu comentários ofensivos na rua, num ônibus ou espaço público? Ou nunca foi assediada no trabalho por alguém que se deu a liberdade de avançar sexualmente sem ter sido convidado? A violência pode ocorrer de maneira sub-reptícia, dissimulada, mas mesmo em suas formas leves ela se baseia na dominação de um gênero sobre outro"